Representa um deixar ir do que já não faz sentido: relações, padrões antigos, um "eu" passado.
Acompanha as preces que o músico luso-brasileiro faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico.
Nas palavras de Gil da Costa, mentor do projeto, é “um grito de uma guerra já há muito perdida".
Uma das novidades do EP “Monomania”, um título que remete para retratos de loops emocionais que tantas vezes sentiu ao relacionar-se.
A partir de uma história real, o tema nasce da memória, da identidade e da herança.
Reflete sobre figuras e comportamentos recorrentes do quotidiano.
Nasce da observação de tantas histórias, de pessoas que, depois de investirem tudo num relacionamento, se veem presas em ciclos de desrespeito, controlo abusivo e manipulação emocional.
O tema surge "para trazer ao de cima a força e a confiança de cada Mulher que dança sozinha no quarto."
O novo single de um quarteto da Figueira da Foz que aposta na promoção da sua cidade através da Arte.
A canção reflete o peso que tantas mulheres do norte carregam diariamente, sem esquecer a sua sensibilidade e a necessidade de acolhimento.
Tema escrito por sentir que já não conseguia mais, estava no seu limite "e ainda por mais parecia que era uma fraude autêntica".
Assume-se como um manifesto de resistência e identidade, onde a vulnerabilidade emocional se cruza com a reflexão social.
É uma dança testa-com-testa que narra uma chamada sem resposta feita através de um telemóvel.
Sobre gostar de alguém. Fala de confiança, de à vontade, de quem entra em casa e na vida do outro sem precisar de pedir licença.
Em referência ao aeroporto que recebe e vê partir diariamente milhares de pessoas em Luanda, este é um desabafo profundo sobre origem e pertença.
Uma critica à forma como a ausência de direitos das mulheres é frequentemente utilizada como justificação moral para processos de neocolonização de sociedades rotuladas como “atrasadas”.
Enaltece as suas raízes açorianas e o mar que a rodeia, trazendo uma mensagem de esperança.
Fala sobre a apatia que se instala quando o coração se fecha e da resistência em aceitar essa condição como uma verdade permanente.
Este fado nasce das memórias que ficaram, das perdas que moldam e das lições que só a vida ensina, mesmo quando doem.
Sobre a procura de força em contextos de instabilidade e sobre o crescimento que nasce da dor.