Ministro dos Negócios Estrangeiros garante que o Governo esta empenhado na participação eleitoral dos portugueses, incluindo os eleitores no estrangeiro.
Declarações de Paulo Rangel hoje na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.
Em resposta à deputada socialista Eva Cruzeiro, sobre o voto presencial para a eleição do Presidente da Republica.
Pelo direito à informação nas comunidades portuguesas a socialista Elza Pais recordou noticias falsas sobre a participação eleitoral dos portugueses no estrangeiro, para perguntar ao ministro Paulo Rangel se tem mecanismos para combater a desinformação.
Na resposta, o Ministro dos Negócios Estrangeiro disse estar a par das noticias falsas nas comunidades, que foram clarificadas, para reconhecer que a desinformação é um problema da democracia.
E, a propósito, Paulo Rangel anunciou que amanhã na reunião do Conselho da Europa vai falar sobre o combate à desinformação.
Com os olhos postos na comunidade portuguesa nos Estados Unidos a deputada do PS Catarina Louro interpelou o Ministro Paulo Rangel sobre o acompanhamento da situação dos portugueses na sequência das ações do ICE (Serviços de imigração dos Estados Unidos).
Não há dados novos quanto às deportações, o Governo está a acompanhar de perto a situação dos portugueses nos Estados Unidos, garantiu o Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Quanto aos métodos de atuação do ICE o Ministro dos Negócios Estrangeiros deixou uma reflexão: todas as pessoas merecem respeito independentemente de estarem em situação irregular.
Esta manhã, na Comissão de Negócios Estrangeiros, o ministro dos Negócios Estrangeiros disse acreditar que as ligações vão ser retomadas, as ligações aéreas com a Venezuela, em breve.
As ligações aérea entre Portugal e a Venezuela estão interrompidas desde o inicio de dezembro.
Paulo Rangel admitiu, aos deputados, dificuldades para a libertação dos 9 presos políticos portugueses na Venezuela.
Por um lado, 4 deles também têm associados crimes de delito comum, por outro, os cinco que são exclusivamente presos políticos, têm dupla nacionalidade.