A quatro dias da segunda volta das eleições presidenciais, Nelson Abreu, em Los Angeles, nos Estados Unidos, já decidiu que vai mesmo apanhar o avião para votar no consulado de Portugal em São Francisco.
Vai gastar mais de 600 dólares, porque está muito empenhado em votar na segunda volta das eleições.
Na primeira volta não o fez.
Ele e outros portugueses do sul da Califórnia analisaram várias alternativas e custos para a viagem até São Francisco, mas acabaram por desistir da ideia.
Desta vez, o engenheiro eletrotécnico Nelson Abreu, vai mesmo apanhar o avião para poder votar.
Em São Francisco estão recenseados quase 6 mil e 500 eleitores.
Na primeira volta votaram 125, porque as distâncias são enormes na Califórnia como nos Estados Unidos.
A associação Também Somos Portugueses quer incentivar os portugueses no estrangeiro a votar nos dias 7 e 8, nos próximos sábado e domingo.
Paulo Costa reconhece que a distância das mesas de voto para a maioria dos eleitores no estrangeiro é um fator de desistência.
Por isso, afirma na RDP Internacional o dirigente da Também Somos portugueses, a ideia é motivar pelo menos quem está próximo dos locais de votação.
No apelo ao voto dos portugueses no estrangeiro na segunda volta das presidenciais, a associação Também Somos Portugueses manifesta empenho na ajuda à resolução dos problemas das comunidades portuguesas.
A Associação Também Somos Portugueses batalha pela melhoria da participação eleitoral dos portugueses no estrangeiro, em eleições em Portugal.
Também por um melhor acesso aos serviços da Administração Pública.
Continua a recolher assinaturas para a petição “Para que todos contem”.
A ideia é levá-la à Assembleia da República.
À jornalista Paula Machado da RDP Internacional, Paulo Costa explica como assinar.