As diásporas nos 47 países no Conselho da Europa, mapeamento num mundo instável e as comunidades portuguesas são temas norteadores da vida do nosso convidado, o socialista Paulo Pisco.
Na segunda feira, em Estrasburgo, Paulo Pisco foi homenageado com o titulo de Membro Honorário por mérito da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa pelo trabalho desenvolvido naquela organização intergovernamental de defesa dos direitos humanos, democracia e Estado de direito no continente europeu.
Paulo Pisco, que já foi deputado eleito pelo Circulo da Europa, é atualmente o responsável pelo departamento do PS para as Comunidades Portuguesas.

O Governo não esteve empenhado na abertura de mais mesas de voto no estrangeiro e no alargamento do voto em mobilidade aos eleitores portugueses no estrangeiro.
Criticas de Paulo Pisco, coordenador do PS para as Comunidades.
No programa Câmara dos Representantes da RDP Internacional, Paulo Pisco considera que o Governo de Luís Montenegro poderia ter aberto mais mesas de voto, até porque a possibilidade está prevista na lei eleitoral para o Presidente da República.
Na segunda volta as mesas de voto serão as mesmas da primeira volta das presidenciais e o voto em mobilidade para os eleitores portugueses no estrangeiro também não vai ser possível.
Porque as regras serão as mesmas, diz Paulo Pisco, que lamenta que o Governo não tenha alargado o voto em mobilidade nas presidenciais, tal como aconteceu nas ultimas eleições europeias.
Nas presidenciais, o voto em mobilidade só é possível para os eleitores recenseados em Portugal, aliás desde ontem e até amanhã podem dirigir-se, às assembleia de voto no estrangeiro e votar na segunda volta das presidenciais.
Paulo Pisco destaca as vantagens do voto em mobilidade.
Quanto ao voto digital à distância de que já foi defensor, Paulo Pisco diz que em segurança para recordar que nenhum Presidente da Republica no mundo é eleito por voto digital remoto.