Faz parte do 4.º álbum de Hélder Sousa, de seu verdadeiro nome, “Nada Temas, Nada Temos a Perder”.
Dedicado à filha de Ella Nor, é o primeiro single do álbum a editar em Março, que junta-a à dupla de produtores Mogno.
Single de estreia deste músico açoriana com quase 30 anos de carreira, Filipe Martins do Vale, de seu verdadeiro nome.
Sobre quem cresceu demasiado cedo para sobreviver. É o confronto com o trauma geracional, a confusão entre dor e amor, e a coragem de seguir o próprio caminho.
O tema é uma ode à intimidade dos gestos simples — o primeiro beijo, o olhar trocado ao acordar, o café partilhado com ternura.
Explora a ideia do corpo ocupado, do corpo autónomo e da liberdade individual.
Um mergulho na melancolia doce da nostalgia e na inevitável passagem do tempo.
"É um convite vibrante para dançar, levantar a cabeça e seguir em frente”.
Abre uma janela para uma fase decisiva da sua vida: a chegada a Lisboa e a descoberta da noite como espaço de libertação.
Explora os contornos da relação histórica entre Portugal e Brasil, na procura de um diálogo atento à volatilidade da construção social do conceito de memória.
É uma canção que reflete sobre a luta interior de quem sonha.
Antecipa o próximo álbum, “whaTAFunk”, e reforça a identidade de um projeto que desde a sua origem se afirmou como um coletivo de funk.
Tema de estreia do duo e evoca uma nostalgia mística, onde passado e presente se entrelaçam num espaço suspenso no tempo.
Fala sobre a importância de não nos esquecermos de quem somos.
Faz parte do novo álbum, "Boa Sorte", que tem na partilha criativa a sua base.
Sobre aquele momento inesperado em que se cruza o olhar com um desconhecido e se sente uma ligação imediata e inexplicável.
A canção tem esta mensagem: "Ser adulto não é esquecer o que sonhávamos em miúdos".
Uma canção que retrata a luta entre o coração e a razão, num ciclo de recomeços já condenados a um fim que ninguém quer enfrentar.
Reflete sobre o equilíbrio entre presença e desapego, fazendo um convite à contemplação e ao fluxo natural das coisas.
Explora a vontade irresistível de voltar a ver quem deixou uma marca impossível de apagar.