Uma critica à forma como a ausência de direitos das mulheres é frequentemente utilizada como justificação moral para processos de neocolonização de sociedades rotuladas como “atrasadas”.
Enaltece as suas raízes açorianas e o mar que a rodeia, trazendo uma mensagem de esperança.
Fala sobre a apatia que se instala quando o coração se fecha e da resistência em aceitar essa condição como uma verdade permanente.
Este fado nasce das memórias que ficaram, das perdas que moldam e das lições que só a vida ensina, mesmo quando doem.
Sobre a procura de força em contextos de instabilidade e sobre o crescimento que nasce da dor.
A canção afirma-se como uma reflexão sobre o absurdo e sobre a possibilidade de escolher, mesmo quando tudo parece pré-determinado.
O tema é construído sobre a ideia de mudança — o momento em que se fecha um ciclo e se aceita atravessar um novo espaço, mesmo sem saber exatamente o que vem a seguir.
É uma canção sobre persistência, resiliência e a importância de não se desistir dos sonhos.
A mensagem é: chega um momento em que já não faz sentido insistir em ciclos repetitivos.
Um tema humorístico que marca a estreia desta banda do Porto que tem em João Luzia, Gonçalo Palmas, Nuno Melo e Edu Mundo o seu núcleo central.
Do EP "Innate Melancholy" deste músico português radicado na Califórnia.
Um dos dois temas escolhidos pelo músico para abrir caminho até ao novo disco a editar em Fevereiro.
Faz parte do 4.º álbum de Hélder Sousa, de seu verdadeiro nome, “Nada Temas, Nada Temos a Perder”.
Dedicado à filha de Ella Nor, é o primeiro single do álbum a editar em Março, que junta-a à dupla de produtores Mogno.
Single de estreia deste músico açoriana com quase 30 anos de carreira, Filipe Martins do Vale, de seu verdadeiro nome.
Sobre quem cresceu demasiado cedo para sobreviver. É o confronto com o trauma geracional, a confusão entre dor e amor, e a coragem de seguir o próprio caminho.
O tema é uma ode à intimidade dos gestos simples — o primeiro beijo, o olhar trocado ao acordar, o café partilhado com ternura.
Explora a ideia do corpo ocupado, do corpo autónomo e da liberdade individual.
Um mergulho na melancolia doce da nostalgia e na inevitável passagem do tempo.
"É um convite vibrante para dançar, levantar a cabeça e seguir em frente”.