Ao fim de 10 anos lá fora, a maioria no Dubai, Irene Pereira de 55 anos voltou, como sempre quis, para a aldeia portuguesa, mas veio aberta ao Mundo e aos outros.
Do Dubai para Porto de Mós.
Ao fim de 10 anos lá fora, a maioria no Dubai, Irene Pereira de 55 anos voltou, como sempre quis, para a aldeia portuguesa, mas veio aberta ao Mundo e aos outros.
Do Dubai para Porto de Mós.
Irene Pereira | Dubai > Porto de Mós
Ao fim de 10 anos lá fora, a maioria no Dubai, Irene Pereira de 55 anos voltou, como sempre quis, para a aldeia portuguesa, mas veio aberta ao Mundo e aos outros.
Embarcou em aventuras por continentes, países e cidades. Aprofundou conhecimentos profissionais. Abriu os olhos para a vida e foi isso que o fez voltar. Mas o que o levou para longe está, afinal, sempre aqui, à beira.
Dez anos, quatro países. Paraguai, EUA, Indonésia e Brasil. A Joana voltou diferente, com 2 filhos. Estão ainda a encaixar-se. Com calma, porque o puzzle de quem volta tem muitas peças e tudo se vai resolvendo.
Saiu da Eslovénia quando o país entrou na UE. Mas tem ido lá e o encanto não se perdeu. A antropóloga está feliz em Odemira a lutar por justiça e a terminar o doutoramento sobre violência obstétrica.
Escritor e jornalista, tem 3 filhos que falam português e vêm muito cá, mas vivem lá, depois de uma separação difícil. O João tem lá o coração, mas não sente a Estónia como casa, depois do ataque de que foi alvo.
Os ciclos de vida trouxeram a Ana e o Nuno há 8 anos da Irlanda, país onde viveram 8 anos. A volta coincidiu com a chegada do filho, que nasceu cá. Recordam Galway e Dublin com muito carinho e já lá foram, os três.
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