De Ndayne para Dakar, no Senegal 3 horas de viagem de carro ida e volta, para votar nas presidenciais portuguesas.
Foi o que Mário Oliveira teve de fazer hoje para votar para as eleições presidenciais portuguesas, na Embaixada de Portugal em Dakar.
Está recenseado em Portugal, porque está há menos de um ano a trabalhar no Senegal.
Acha que o esforço vale a pena.
Mário Oliveira revela que ficou surpreendido quando viu o boletim de voto com 14 candidatos, quando são apenas 11 os candidatos a Belém.
Os boletins foram impressos antes da validação das candidaturas.
É a segunda vez que este engenheiro português vota em mobilidade.
O ano passado foi na Hungria para as eleições legislativas e regista as diferenças.
Engenheiro civil a trabalhar neste país africano, Mário Oliveira conta na RDP Internacional, à jornalista Paula Machado que na empresa onde trabalha, há mais portugueses, mas nesta altura estão de férias em Portugal.
Hoje para votar, confessa Mário Oliveira, levou além do documento de identificação, um amuleto da sorte, uma camisola do Vitória de Setúbal, cidade de onde é natural.
No Senegal está a trabalhar na construção de um porto de águas profundas.