Faltam apenas os resultados de um consulado de Portugal para o fecho da contagem de votos das eleições presidenciais do passado domingo.
Resta apenas apurar Abidjan, na Costa do Marfim, ontem faltavam quatro consulados.
Berlim, na Alemanha, era uma das assembleias de voto onde ainda não se sabia o resultado da votação.
Agora sim, ganhou António José Seguro por uma larga margem – mais de 48 e meio por cento dos votos.
Em segundo lugar ficou Cotrim de Figueiredo mas muito distante, em terceiro lugar, Catarina Martins, e em 4º André Ventura, com menos de seis por cento dos votos.
A Associação Também Somos Portugueses considera um retrocesso, a votação dos eleitores Portugueses no estrangeiro nas presidenciais de domingo passado, comparando com as eleições Europeias.
Reunida anteontem para fazer o balanço da participação eleitoral no estrangeiro, concluiu que faltou a possibilidade do voto em mobilidade.
Paulo Costa revela na RDP Internacional que receberam muitas queixas, o voto em mobilidade e o desdobramento de mesas de voto podiam ajudar muito e seria possível utilizando as instalações do movimento associativo português no mundo, defende um português na Alemanha.
Para combater a abstenção, um dirigente associativo no Luxemburgo defende a uniformização da forma de voto em todas as eleições.
A Associação Também Somos Portugueses vai pedir uma reunião com o Ministro da Reforma do Estado, depois de Gonçalo Matias ter dito que o governo está trabalhar para que seja possível implementar o voto eletrónico, com garantias de segurança.
O ministro fez esta declaração no fim-de-semana em Vila de Rei.