O secretário de Estados das Comunidades vai visitar a Venezuela, brevemente, apesar do contexto de incerteza política e social no país, desde que os Estados Unidos tiraram Nicolas Maduro do poder. A viagem de Emídio Sousa foi anunciada no curso para dirigentes associativos da diáspora, que começou hoje no Funchal e que junta dirigentes associativos de várias partes do mundo, por ex da Venezuela, do Canadá e da África do Sul.
Emídio Sousa, SE das Comunidades explica que os apoios às associações portuguesas no mundo são sujeitas a um concurso que tem duas fases, uma delas está a decorrer.
Os apoios às associações é uma das vertentes do curso que está a decorrer no Funchal, para formação de dirigentes associativos da diáspora. São 20 e vêm de 9 países. Sancho Gomes, director regional das comunidades madeirenses explica que estes dirigentes de associações portuguesas são de várias áreas.
Entusiasmado com a eleição, um investigador português na Suécia vai ter este ano uma palavra a dizer na escolha do prémio Nobel da Medicina. Gonçalo Castelo-Branco, professor no Instituto Karolinska, na Suécia, foi escolhido para o Comité do Prémio Nobel.
À jornalista Alexandra Sofia Costa contou que partiu há 27 anos de Coimbra para Estocolmo para investigar doenças neurodegenerativas. Sente que o seu trabalho é reconhecido.
A capital da Arábia Saudita vive um dia-a-dia quase normal, vigilante mas tranquila, de acordo com o testemunho de uma portuguesa que vive em Riade. Marta Henriques Pereira é colaboradora da RDP Internacional, autora do livro Caminhos Globais, consultora internacional. Madeirense de origem, construiu uma carreira internacional de mais de duas décadas nas Nações Unidas, União Europeia e em programas bilaterais com o Governo australiano.
Ouvida esta manhã na Antena 1, Marta Henriques Pereira revela que há um grupo da comunidade portuguesa a partilhar informações sobre a guerra em curso na região. Sublinha a importância de as fontes de informação serem oficiais.
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