O objetivo é evitar que milhares de votos sejam anulados por falta de identificação do eleitor, como aconteceu nas últimas eleições.
A Comissão Nacional de Eleições decidiu alargar o leque de documentos válidos para incluir no boletim de voto postal, para os portugueses recenseados no estrangeiro. São mais de um milhão e meio nas próximas legislativas a 18 de maio, além da cópia do cartão de cidadão ou do bilhete de identidade, há novas formas para atestar a identidade do eleitor.
O porta-voz da Comissão Nacional de Eleições explica as novidades e reconhece que a decisão visa evitar os milhares de votos nulos, como costuma acontecer no voto via postal, por falta de cópia do cartão de cidadão. Os boletins de voto devem começar a ser enviados para os portugueses recenseados no estrangeiro em meados deste mês. André Wemans, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, explica as novidades.
A solução não é perfeita mas é um avanço para evitar votos nulos, afirma Paulo Costa da Associação Também Somos Portugueses. Esta insiste no voto eletrónico à distância – a solução perfeita – e anuncia que viu recusado o financiamento para uma campanha de correção de moradas dos emigrantes.